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Tchau, querido!

23 de Janeiro de 2020 às 12h15

Elen de Souza - @elensouzaalarca

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“Adeus, adeus, bye bye, goodbye, so long

Adeus, adeus, bye bye, goodbye, so long

So long” (Junk)


Lá do fundo do baú das minhas memórias surgiu o refrão dessa música da banda Junk, sucesso entre jovens  da geração 2000. Resumindo, esse refrão remete a um intenso ou apenas repetitivo discurso de “Adeus”.  


Muitas vezes para seguirmos nossa jornada terrena de maneira emocionalmente saudável, é necessário dizermos  “Adeus” para alguns sentimentos ou hábitos que possam adoecer nossa alma. Nós nos agarramos demais em coisas que nos pesam, sendo que deveríamos estar empregando  nossos esforços  em desapegar de tudo que não contribui para a nossa felicidade.


Joanna de Ângelis, mentora espiritual do médium Divaldo Franco, nos apresenta um valioso ensinamento acerca das reclamações diárias:


 “Lenta, mas, sistematicamente, vai-se arraigando na personalidade do homem o hábito infeliz da queixa e da reclamação.”


Emmanuel também nos chama atenção sobre esse assunto:


A queixa é um vício imperceptível que distrai pessoas bem intencionadas da execução do dever justo.”


Quando não nos libertamos de algumas cargas emocionais que carregamos, estas podem se tornar um motivo diário de murmúrios e lamentações.  Ainda segundo as reclamações, Joanna ressalta:


“Instala-se, esse vício, fixando-se no comportamento, que se torna azedo e desagradável, ao tempo em que fomenta distonias íntimas, neuroses, abrindo campo para que se originem diversas enfermidades.”


Sem falar em como este hábito pode baixar a nossa sintonia vibracional e com isso atrair para perto de nós alguns espíritos desencarnados que estejam na mesma vibração. Já pensou como seria isso? 


Que tal se conectar consigo mesmo, buscar no seu íntimo a causa daquele sentimento que te faz mal e dizer a ele: “Tchau, querido!"


Mas calma, não estou dizendo que é uma tarefa fácil. Cada caso é um caso. Existem situações mais complexas que precisam de  um apoio profissional e outras que conseguimos nos libertar por conta própria. 


Quais o hábitos ou atitudes você gostaria de dizer “Adeus”? E o que te impede de conseguir? Para encerrar essa reflexão, deixo um trecho do livro “Cura e Libertação” do José Carlos de Lucca:


“Tudo começa em mim. Eu preciso ser a mudança que desejo ver em minha vida. Pois toda ação transformadora principia pela transformação de nós mesmos.

Muitos querem uma vida melhor, mas não se tornam pessoas melhores. Não adianta esperar pela mudança de fora sem a mudança de dentro. Nada muda se você não muda.

Nós temos a liberdade de escolher no que desejamos transformar nossa vida. Você pode escolher, apagar seu brilho, ou pode fazer brilhar sua luz."



Referências: 

Palavras de Emannuel ( www.oespirita.com)

Divaldo Pereira Franco: Episódios Diários, pelo Espírito Joanna de Ângelis.

José Carlos de Lucca: Cura e Libertação