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Italo Vilar

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27/10/2015 às 09h20

Maioridade Espírita.

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Em momentos de transição planetária, qual seria a colaboração que estamos prestando junto aos espíritos amigos?

Essa seria a grande pergunta quando paramos para pensar e compreender o que efetivamente esta acontecendo com o nosso planeta.

Buscar nossa reforma como seres eternos tem sido um grande desafio dentro do contexto de nossa vivência espiritual. Mas será que já alcançamos um grau verdadeiro de compreensão que a doutrina espírita nos convida?

É chegado o momento no qual devemos cultivar a Maioridade espírita, ou seja, começarmos de verdade a amadurecermos e vivenciarmos tudo que aprendemos, lemos e escutamos de bom nos centros espíritas.

Vivenciar o evangelho sempre será o melhor remédio, embora muitas vezes não conseguimos. Somos nós, espíritas, chamados ao verdadeiro trabalho da causa de Jesus, em seguirmos seus passos, sem que o ego sufoque o que há de melhor dentro de nós.
Por diversas vezes deixamos a nossa menor idade espiritual se espalhar, como se fosse um belo perfume e esquecemo-nos do grande lema deixado pelo excelso codificador: “Espiritas, amai-vos e instrui-vos”.

E ai me pergunto estamos seguindo Kardec?

Ainda deixamos que atitudes como: “ Ah, você vai na casa tal, tenha cuidado! Lá não é uma casa doutrinária’’; “ Fulano tá mistificando’’; Sicrano é o melhor palestrante”. Enfim, todo tipo de egoísmo, que deixamos passar, acreditado que estamos agindo dentro do que propôs Jesus e Kardec. Não devemos nem podemos criticar nenhuma religião, casa espírita ou individuo que pense e faça diferente de nós.

Os espíritos amigos solicitam-nos que o amor prevaleça em todos os compartimentos de nossa vida, que respeitemos os outros, mesmo que estes não nos respeitem. Cada um é herdeiro de si e isso é o que importa. Só assim, efetivamente, chegaremos a maior idade espiritual, que somos convidamos há mais de dois mil anos pelo Cristo Jesus.