Blogs

@espiritacg - Werlany

ⓦⓔⓡⓛⓐⓝⓨ ⓜⓐⓒⓘⓔⓛ Espírita - Campina Grande - PB. "A mɑior cɑridɑde que podemos fɑzer pelɑ Doutrinɑ Espíritɑ é ɑ suɑ própriɑ divulgɑção." ⓔⓜⓜⓐⓝⓤⓔⓛ

‹ VEJA TODOS OS POSTS
04/12/2017 às 08h50

Como lidar com as crianças índigo.

Facebook Compartilhar

As crianças índigo são seres especiais (isso não quer dizer evoluídos) que vieram somar forças e conhecimentos em prol do crescimento do nosso planeta. Como todas as crianças, precisam de amor, compreensão e respeito.
Fala-se muito hoje em crianças índigo mas elas estão encarnando entre nós desde a década de 1970, intensificando na de 1980 em diante.
São espíritos que vieram ajudar a impulsionar o nosso progresso de alguma forma. Hoje temos inúmeras pessoas que lutam pelo bem comum; que escrevem para ajudar outras pessoas; que defendem os animais, a natureza; que abraçaram as questões ambientais.... Que se destacam em suas religiões conscientizando seus irmãos... Enfim em todo campo temos pessoas trabalhando voluntariamente pelo bem comum.
O nome índigo deriva da cor da aura, sendo a frequencia índigo de alta vibração espiritual, demonstrando manifestação dos centros energéticos superiores (6° e 7° chakras), o que justifica o fato de serem extremamente agitados. 
Segundo #DivaldoFranco os índigos vêm  de um grupo de estrelas chamado de Plêiades, cujo sol é Alcione, centro da nossa galáxia. Várias escrituras de várias religiões se referem as Plêiades como de grande importância na evolução de nossos planetas.
E isso porque, segundo alguns estudiosos, a energia proveniente de Alcione trará luz de pureza aos seres humanos.
Dizem que a energia de Alcione são exclusivamente cósmicas e produzirão uma luz constante. Será uma luz atérmica, sem calor, que não produzirá sombra, capaz de iluminar todos os seres e todos os lugares, tanto extrema como internamente. 
Acreditando ou não, o fato é que as crianças índigo estão aí, e ninguém pode negar que são diferentes, que se trata de uma nova geração.
Assim como, há milhares de anos, os habitantes de Capela (leiam Os Exilados da Capela por Edgard Armond) vieram ao nosso planeta para ajudar no progresso da humanidade, naquela época ainda muito rudimentar, também os indigos chegam até nós para dar essa mesma ajuda, preparando nosso planeta para uma nova era, pois a Terra passará de um rudimentar mundo de dor para um mundo de iluminação. 
Mas há uma diferença: De Capela, vieram os seres mais rebeldes, que teimavam em persistir no mal, atrasando a evolução daquele mundo. Com seu intelecto mais desenvolvido, impulsionaram o nosso progresso tecnológico, embora a moral permanecesse ainda bastante atrasada.
Esses espíritos que agora chegam têm uma missão muito diferente dos Capelinos. Todos eles têm altos níveis intelectuais e psíquicos, mas não necessariamente serão todos moralmente mais elevados. São seres que já vêm prontos para auxiliar o nosso progresso, mas o direcionamento de sua moral vai depender muito de nós. Embora sensíveis e de fácil assimilação dos ensinamentos morais, são almas que precisam ser modeladas. 
Não são melhores nem piores do que as crianças comuns. São apenas diferentes, têm um potencial psíquico e energético maior. Há crianças que não são índigos que têm um amadurecimento espiritual muito grande, porque já viveram muitas vidas neste planeta, aprenderam muito e adquiriram uma grande bagagem espiritual e moral, estando em condições de ajudar na adaptação e orientação dos índigos.
Então, ser índigo não significa ser melhor. Os índigos têm muito o que aprender. Eles possuem características peculiares. Na sua maioria são grandes médiuns. Nascem em qualquer classe social e econômica.
Geralmente comem pouco, possuem olhos grandes e expressivos, com lóbulo frontal ligeiramente pronunciado e podem ser canhotos ou ambidestros. Têm o dom de ver a aura das plantas e dos animais, além de seres de outras dimensões, como fadas e gnomos. Têm uma hipersensibilidade olfativa e tátil, chegando a se incomodar até com a etiquetas de roupas, pois preferem tecidos de algodão puro, mais macios. Odeiam tudo que seja desconfortável, resistem aos sapatos por exemplo.
A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento e não responde à autoridade com facilidade. Não adianta ficar dando ordens a um índigo, porque ele será sempre teimoso. Também não teme ameaças nem cede a chantagens. É preciso ter paciência e explicar o porquê. Só quando compreendem a ordem, e ela faz sentido pra ele, é que ele obedece. A frase "porque sim" ou "porque eu estou mandando" não funcionam com os índigos. 
Eles aprendem de forma diferente, mais pela prática do que pelo estudo. E, depois que aprende, desinteressa-se pela coisa e larga pra lá. 
É aquela criança que ganha um brinquedo e logo larga, não por ser mimada, mas porque, ao conhecer todo o seu funcionamento, não se interessa mais por ele e quer outro, para aprender outras coisas.
É as vezes destrutiva, não por perversidade, mas por curiosidade. Como vem de uma dimensão onde objetos não são familiares, quando vê algum objeto diferente, quebra-o para poder olhar sua estrutura.
Daí estar sempre querendo coisas novas. Está sempre perguntando por que em cima de por que. Quanto mais a gente responde, mais ela quer saber, até esgotar o assunto e ficar satisfeita. E vai além do que vê e ouve,  demonstrando curiosidade pelo que está por trás das histórias.
Pode ter amigos imaginários e presta atenção a várias atividades ao mesmo tempo. Gosta de vídeo games violentos, pois essa é a forma de gastar a energia que tem sobrando, mas se sua energia não for bem direcionada, pode vir a ser violento.
Gostam de tudo tecnológico e parecem já nascer sabendo usar, pois manuseiam com facilidade até mesmo antes de falar ou andar. Eles precisam gastar toda energia que possuem em excesso para ter um equilíbrio e viver bem em um mundo ainda não apropriado pra eles. Eles vibram em uma intensidade mais alta que a nossa, por isso são sempre inquietos e se estressam com facilidade.
Tem dificuldade de esperar e por isso tem problemas com filas e vivem atropelando pessoas. Não são capazes de permanecer sentadas por muito tempo. Cinema e sala de aula por exemplo são uma tortura. 
Por tudo isso, muitas vezes não são compreendidos e tidos como mal educados ou mimados. E por não serem compreendidos podem se tornar introspectivos ou rebeldes.
É preciso muito diálogo. Quando uma criança falar ou fizer algo que parece absurdo, devemos conversar com ela, jamais rir, debochar ou brigar. 
A compreensão é o melhor caminho. Temos que nos conscientizar que não é porque somos adultos que detemos o privilégio da verdade. O que parece sem lógica para nós pode fazer muito sentido para eles.
A imensa maioria dos índigos é hiperativa ou tem o que se chama TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Como possuem uma visão diferenciada das coisas, não se dão bem nas escolas tradicionais, tornando-se quase insuportáveis. 
O melhor tratamento que podemos dar a um índigo ou mesmo ao hiperativo é o AMOR.
Temos que nos conscientizar de que a criança não é um adulto em miniatura, muito embora, às vezes, se comporte como tal.
Não pense que é ruindade ou apenas falta de obediência. Não pense que uma surra resolve. Eles vieram com outra frequência, e por isso têm dificuldade mesmo de adaptação ao nosso modo de viver. É um ser em formação, que necessita de atenção e carinho. Não precisamos mimá-la, mas também não devemos exigir muito dela.
É preciso observar a conduta de cada criança, porque elas também são muito diferentes entre si, evitar punições e, ao mesmo tempo, colocar limites através do diálogo e da compreensão. A agressividade por parte dos pais ou cuidadores podem os tornar rebeldes. 
São crianças difíceis no tratamento diário, mas são muito afetuosas e prestativos quando se sentem confortáveis. Para conquistá-las, basta tratá-las com amor e respeito. Devemos educá-las apelando para a lógica e o bom senso. Devem ser orientadas e esclarecidas tantas vezes quantas forem necessárias. Devemos colocá- las no colo, fazer-lhes carinho, ensiná-las a orar e a conhecer as coisas Divinas. Temos que lhes dar valores, porque elas são diferentes e precisam ser ensinadas. E elas aprendem muito mais pelo exemplo do que pelos sermões. 
Os índigos são diamantes puros, com toda beleza e brilho, só precisando ser lapidadas.
Aliás, essa é a melhor forma de educarmos as crianças, sejam índigos ou não.
Instagram: @espiritacg